Resenha: Seraphina

Título: Seraphina
Autora: Rachel Hartman
Páginas: 384
Ano: 2013
Editora: Jangada 

Neste livro você vai conhecer Seraphina Dombergh, uma garota de 16 anos com grande talento para a música e que possui um terrível segredo. A história se passa no reino medieval de Goredd, onde seres humanos e dragões convivem em harmonia durante décadas, desde a assinatura do Tratado de Paz. Criaturas extremamente inteligentes que podem assumir a forma humana, os dragões frequentam a corte como embaixadores. Seraphina se torna assistente do compositor da corte justo quando um membro da família real é assassinado bem ao estilo dos dragões. O clima começa a ficar perigosamente tenso e Seraphina passa a colaborar com as investigações, ao lado do capitão da Guarda da Rainha, o Príncipe Lucian Kiggs. Durante essa jornada que pode destruir a paz entre humanos e dragões, a fachada cuidadosamente construída por Seraphina começa a desmoronar, tornando cada vez mais difícil manter seu segredo, cuja revelação seria catastrófica em sua vida.

Já faz um tempo que eu venho lendo este livro e finalmente terminei. Não por não gostar nem nada, mas pela falta de tempo, viagem cansativa de volta pra casa após o trabalho, bla bla bla. Enfim, consegui chegar ao fim da história após um pouco mais de um mês. Mas também não vou dizer que o livro foi um dos meus preferidos, até porque o tema não me atrai. Ou seja, este não seria um livro que eu escolheria pra ler na prateleira de uma livraria. Pra quem me conhece e acompanha minhas resenhas, sabe que eu curto mesmo é um romance, e senti muita falta disso nesse livro. Até achei que na metade dele ia engatar em algo, mas meio que me decepcionei, pois Seraphina é mesmo pra quem gosta de uma boa aventura. Não espere romancezinho dele. Os amantes de aventura com certeza irão adorar o livro, principalmente se curte histórias com dragões e personagens místicos. Até eu que não curto tanto fiquei encantada com alguns trechos que eram descritos de uma forma tão bela e mágica, tão bem descrita que me fez tomar gosto pela história. Achei que o livro demorou um pouco pra pegar no tranco. Acho que faltou um pouquinho de ação e conteúdo, teve um pouco de enrolação até realmente acontecer alguma coisa que nos mostrava do que se tratava a história, o que a autora nos tinha pra contar. No começo fiquei muito confusa por não saber e entender muita das citações presente na história, nomes de cidade, raça, entre outras coisas criadas pela autora. No final eu descobri que tem um glossário explicando essas palavras até então desconhecidas. Então fica a dica pros que irão lê-lo. Eu só fui ver quando terminei, e já até sabia o significado de algumas coisas por ter me "acostumado" ao longo da história.
Eu acho que se aventura fosse meu forte, eu teria curtido muito mais a leitura. Este foi um daqueles livros que você lê tranquilamente, tem até vontade de ler em certas ocasiões, pensa em pegar nele pra continuar a leitura, mas que não é aquela coisa desesperadora que te prende e te faz pensar loucamente no que vai acontecer depois e que você termina na ânsia de uma continuação. Eu não tenho certeza, mas pareceu-me que terá um segundo livro por causa de uma coisa inacabada.Vamos ver. Se tiver, posso até pretender ler pra saber o que acontecerá, mas não será algo que irei aguardar desesperadoramente.

Nota:

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