Resenha: Elixir

Título: Elixir
Autor(a): Hilary Duff e Elise Allen
Páginas: 280
Editora: ID
Ano: 2011
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Com seus dezessete anos, Clea Raymond vem sentindo o brilho dos holofotes desde que nasceu. Filha de um renomado cirurgião e uma importante política, ela se tornou uma talentosa fotojornalista, refugiando-se em um mundo que a permite viajar para diversos lugares exóticos. No entanto, após seu pai ter desaparecido em uma missão humanitária, Clea começa a perceber imagens sinistras e obscuras em suas fotos revelando um belo jovem — um homem que ela nunca viu antes. Quando o destino faz Clea se encontrar com esse homem, ela fica espantada pela conexão forte e instantânea que sente por ele. Conforme se aproximam e se envolvem no mistério do desaparecimento do pai de Clea, eles descobrem a verdade secular por trás dessa intensa ligação. Divididos por um amistoso triângulo amoroso e assombrados por um poderoso segredo que afeta seus destinos, eles embarcam em uma corrida contra o tempo para desvendar seus passados e salvar suas vidas - e seu futuro.

Desde que li a primeira resenha sobre esse livro e descobri que Hilary Duff tinha se tornado escritora eu fiquei curiosa. Eu já gostava dela como atriz e cantora, e queria saber se ela também me agradaria como escritora. Terminei o livro achando a Hilary uma garota multi-talento, mas isso meio que se desmoronou quando li numa resenha que ela não escreveu o livro sozinha assim como vem estampado na capa dele, mas sim com a ajuda de uma outra pessoa. Agora fico em dúvida se ela apenas teve a idéia ou tenha escrito o livro. Espero que a segunda opção. Se for, ela é mesmo talentosa na escrita. =)

Clea é filha de uma importante política e de um renomado cirurgião que está desaparecido desde sua última viagem em uma missão humanitária no Rio de Janeiro. Dois anos depois, Clea está de férias com a amiga em uma das cidades mais romanticas do mundo: Paris, apesar de não estar acompanhada por ninguém do sexo masculino, nem mesmo ter embarcado em algum romance por lá, ao contrário de Rayna que viveu cada dia intensamente. Ao voltar pra casa e conferir as fotos de suas férias ela acaba percebendo algo incomum em algumas delas: um rapaz, que não deveria estar lá.
Senti meus pelos se arrepiarem enquanto eu minimizava aquelas duas imagens para abrir outra. Era uma Basílica de Sacré Coeur, em Montmartre. Ampliei a foto e analisei rosto por rosto. Não o encontrei, mas também não o tinha visto de primeira nas outras imagens. Aumentei o zoom e continuei olhando, segurando o mouse com toda a força dos meus dedos. Achei. Uma sombra em um dos parapeitos mais altos. Lá estava ele, virado de costas, mas eu podia ver seu cabelo, a jaqueta de couro, a calça jeans, o corpo musculosos... era ele, e em um lugar que eu sabia muito bem não ser aberto para visitação. Então como ele chegou até ali? E por quê?
No início, Clea pensa ser alguém contratado por sua mãe para ficar de olho nela, mas quando comenta sobre isso com seu amigo Ben, ela acaba descobrindo que este homem fez parte de toda sua vida, ele está presente em fotos desde seu nascimento, e que seu pai sabia disso, mas nunca lhe contou antes. Clea começa a se questionar se essas aparições em suas fotos não está relacionada com o desaparecimento de seu pai. Para tentar solucionar esse mistério ela resolve aceitar um trabalho para fotrogafar o carnaval do Rio. E é aqui em nosso país que as coisas começam a se desenrolar, todos os mistérios começam a ser solucionados, e o encontro entre Clea e o misterioso homem em sua foto irá acontecer.
O livro começou muito bem, estava adorando e compenetrada na história. Clea era legal, decidida, meio solitária, característica esta presente em quase todas as personagens de livros sobrenaturais, daquele tipo "prefiro ficar sozinha com minhas esquisitices", mas de pé no chão. Quando o tal do Sage aparece em carne e osso, as coisas começam a tomar outros rumos. Quando a Clea começou a notar essa aparições em suas fotos, eu imaginava alguma coisa mais dark e romântica, mas a história passou a tomar um rumo diferente quando a personagem foi pro Rio de Janeiro.
Foi quando eu descobri que Elixir é quase uma imitação da série Os imortais - que, pra quem acompanha minhas resenhas sabe, me deixou traumatizada quanto a este assunto -. Sim, toda aquela história de almas gêmeas, o carinha que sempre reencontra sua amada, mas tem um terceiro elemento que acaba com a felicidade do casal está presente nesse livro. É a mesmíssima coisa, só mudam os nomes dos personagens, o ambiente, e o modo como a história é narrada, que é muito mais interessante de ler do que na outra série. Por esse e outros fatos, Elixir não me deixou arrependida. Pelo menos aqui, a autora não enrolou pra fazer o casal se encontrar e ir aos finalmentes, não criou nenhum obstáculo que os impedisse de trocar saliva, se é que tu ta me entendendo, e até colocou algumas cenas românticas, o único problema é que eu já estava torcendo pra que ela ficasse com o Ben, seu melhor amigo, e essa história de almas gêmeas atrapalhou tudo. rs
Uma das coisas que me incomodou, além desse negócio de almas gêmeas, foi que a Clea me pareceu muito mais madura do que a idade que ela tem no livro: 17. Isso não é exclusividade de Elixir, pois hoje em dia não é difícil lermos algum livro com esse "defeitinho".
Sobre o livro em si, eu achei lindo. A capa que antes eu achava feiinha por foto se tornou uma de minhas preferidas. Isso porque o material dela é emborrachado. Sabe as capas da série Fallen? É desse tipo. Atrás dela vem uma foto enorme da Hilary Duff, e o interior do livro também é um charme a parte. Adorei! 
Eu recomendo o livro. Apesar de ele não ter muita novidade, e o rendimento da história meio que ter caído da metade pro final, eu gostei muito de ter lido, e acabei devorando tudo em dois dias. Espero agora pelo segundo, não tão ansiosa quanto esperava, mas que vou querer ler e saber o que vai acontecer com a Clea e os outros personagens, e descobrir se o pai dela está vivo ou não.

Série Elixir:
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Deixaram recados na parede do Toalete:
7 comentários:

  1. Puxa, Ká.... O rendimento do livro cai já pro final? Que pena.
    Mas vou ler. Apesar de que, como vc disse, não há mta novidade, eu adoro um mistério.

    Adorei a resenha. Bem explicativa!!!]]Beijocas flor!

    Danni
    Garotas e Livros

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  2. Gostei da resenha por mostrar os altos e baixos do livro. Por incrivel que parece Elixir ainda não consegui despertar minha vontade de lê-lo por agora, mas quem sabe futuramente quando sair o segundo volume.

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  3. Sou super fã da Hilary Duff, agora fiquei super ansiosa para ler esse livro.
    Amo histórias que misturam espiritismo e romantismo!

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  4. legal sua resenha sincera, saber que na metade pro final deu uma caida =\
    mas achei interessante que o livro se passa no brasil ^^
    vamos ver se além de cantar ela também sabe escrever bem.
    quero lê-lo
    ;)
    bjs

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  5. Gostei da resenha, eu li bastante resenha falando que o livro é bom. Apesar dos pontos negativos estou super curiosa pra ler.

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  6. Gostei da resenha, fiquei interessada pelo livro
    Beijos

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  7. Estou curiosa sobre esse livro. Toda essa história de alma gêmea, predestinação. Mas tomara que seja uma imitação MELHOR de Os Imortais, porque eu achei essa série horrível. Ainda assim, quero saber se a Duff é uma boa escritora!

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